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Autoestima- Falando sobre mim

Valnizia Pereira Bianchi Há alguns anos que eu vejo muitas pessoas enviando mensagens nesse   8 de março. Fico me perguntando se não seria muito melhor

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O Projeto

I-Omi é um projeto concebido para celebrar os 25 anos da carreira no jornalismo de Cleidiana Ramos.  O nome é uma tradução livre do tupi I (Grande) e a palavra iorubá Omi que significa água. Dessa forma estão juntas duas das referências pessoais da autora que nasceu em Cachoeira, mas cresceu em Iaçu, uma área sertaneja, e vive em Salvador, que tem como uma de suas heranças africanas a cultura nagô. O iorubá é a principal língua usada por esse grupo cultural. Como iaô do Terreiro do Cobre, de nação ketu, que tem como referência civilizações vindas da atual Nigéria, Cleidiana Ramos identifica-se, portanto, como uma mulher negra, de ascendência afro-sertaneja. A sua prática no jornalismo está permeada por essa ascendência que ela foi descobrindo ao longo da sua trajetória profissional. 
Em 2023 Cleidiana Ramos pretende fazer o lançamento de obras que traduzem a sua trajetória no jornalismo, na universidade e experimentações próximas da literatura. Além disso, estão programados eventos presenciais em Iaçu e Salvador.  

Publicações Conheça algumas publicações de autoria de
Cleidiana Ramos ou em co-autoria com outros autores

Os Caminhos da Água Grande- Município de Iaçu, suas histórias e os impasses para o desenvolvimento.

Lançamento: 1998, Edufba. 

Com previsão de lançamento de uma nova edição revista e ampliada com notas técnicas. 

A Janela de Dona Ubaldina- Relatório em forma de livro-reportagem sobre ações da Prefeitura de Boa Vista do Tupim. 

Ebomi Cidália: a enciclopédia do Candomblé

Com assinatura do texto biográfico, essa obra foi organizada pelo professor Jaime Sodré  e  conta a história de uma grande sacerdotisa de candomblé: Cidália de Iroko. Cleidiana teve o privilégio de tê-la como fonte para reportagens sobre candomblé e outras temas afro-brasileiros. 

A Casa dos Olhos do Tempo que fala da nação Angolão Paquetan- Organizada pelo fotógrafo Aristides Alves, a coletânea contra a história do candomblé liderado por Mutá Imê. Cleidiana Ramos escreveu o texto de memória comunitária da coletânea. 

Inventário de Festas e Eventos da Baía de Todos os Santos- Esse livro é resultado do trabalho de pesquisadoras e pesquisadores do grupo Observabaía. Cleidiana Ramos foi incluída como uma das organizadoras ao lado de Fátima Tavares, Carlos Caroso e Francesca Bassi. 

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