
Lajedo Alto e sua comovente resistência para manter a Festa do Bonfim
Cleidiana Ramos Fotos: Claudio Rodolfo Sentimentos divergentes me tomaram nestes dias por conta da Festa do Bonfim de Lajedo Alto. Em um primeiro momento veio

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Na próxima segunda-feira, a partir das 18h30, o município de Iaçu inicia a quarta edição de sua festa literária. A Fliaçu é promovida pela Secretaria

Fotos: Flice/Divulgação A visita do secretário estadual de Cultura, Bruno Monteiro, foi um dos destaques do último dia da I Feira Literária Conexões Educacionais (Flice),

Fotos: Flice/Divulgação A I edição da Flice prossegue hoje em Itaberaba com o encontro entre gêneros literários variados e linguagens artísticas. A programação desta sexta-feira,

Cleidiana Ramos Fotos: Cleidiana Ramos e Flice/Divulgação Cortejo artístico, espetáculos, intervenções estudantis, oficinas, mesas com escritoras e escritores, dentre outras ativdidades darão prosseguimento à programação

Cleidiana Ramos Fotos: Flice | Divulgação Começou a contagem regressiva para um evento que vai conectar educação, artes e diversas formas de saberes. Trata-se da
I-Omi é um projeto concebido para celebrar os 25 anos da carreira no jornalismo de Cleidiana Ramos. O nome é uma tradução livre do tupi I (Grande) e a palavra iorubá Omi que significa água. Dessa forma estão juntas duas das referências pessoais da autora que nasceu em Cachoeira, mas cresceu em Iaçu, uma área sertaneja, e vive em Salvador, que tem como uma de suas heranças africanas a cultura nagô. O iorubá é a principal língua usada por esse grupo cultural. Como iaô do Terreiro do Cobre, de nação ketu, que tem como referência civilizações vindas da atual Nigéria, Cleidiana Ramos identifica-se, portanto, como uma mulher negra, de ascendência afro-sertaneja. A sua prática no jornalismo está permeada por essa ascendência que ela foi descobrindo ao longo da sua trajetória profissional.
Em 2023 Cleidiana Ramos pretende fazer o lançamento de obras que traduzem a sua trajetória no jornalismo, na universidade e experimentações próximas da literatura. Além disso, estão programados eventos presenciais em Iaçu e Salvador.
Os Caminhos da Água Grande- Município de Iaçu, suas histórias e os impasses para o desenvolvimento.
Lançamento: 1998, Edufba.
Com previsão de lançamento de uma nova edição revista e ampliada com notas técnicas.
A Janela de Dona Ubaldina- Relatório em forma de livro-reportagem sobre ações da Prefeitura de Boa Vista do Tupim.
Ebomi Cidália: a enciclopédia do Candomblé
Com assinatura do texto biográfico, essa obra foi organizada pelo professor Jaime Sodré e conta a história de uma grande sacerdotisa de candomblé: Cidália de Iroko. Cleidiana teve o privilégio de tê-la como fonte para reportagens sobre candomblé e outras temas afro-brasileiros.
A Casa dos Olhos do Tempo que fala da nação Angolão Paquetan- Organizada pelo fotógrafo Aristides Alves, a coletânea contra a história do candomblé liderado por Mutá Imê. Cleidiana Ramos escreveu o texto de memória comunitária da coletânea.
Inventário de Festas e Eventos da Baía de Todos os Santos- Esse livro é resultado do trabalho de pesquisadoras e pesquisadores do grupo Observabaía. Cleidiana Ramos foi incluída como uma das organizadoras ao lado de Fátima Tavares, Carlos Caroso e Francesca Bassi.



